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AstraZeneca discute a importância da empatia ...


e da diversidade na criação de um ambiente profissional inclusivo em Empowerment Summit 2019

 

Evento trouxe discussões pautadas pela importância de um ambiente plural em suas mais diversas formas, além das iniciativas da companhia no combate ao bullying e assédio

A importância do exercício da empatia no dia a dia e os desafios na busca por um ambiente profissional inclusivo em oportunidades e desenvolvimento, além do impacto da diversidade na sustentabilidade do negócio, foram alguns dos temas discutidos durante o “Empowerment Summit”, evento da AstraZeneca Brasil voltado para colaboradores e convidados, e que aconteceu na segunda, 15, na sede da empresa em Cotia (SP).

 

O evento faz parte das iniciativas de Diversidade & Inclusão da companhia, e que teve início em 2018 com discussões de equidade de gênero. Com a necessidade de ampliar a abordagem dos temas, o que começou como “Women’s Summit” se transformou no “Empowerment Summit” em 2019, com novas discussões pautadas no tema: “Empatia muda o olhar”, sobre equidade de gênero, agora incluindo também a visão do homem e o combate à condutas como bullying e assédio, incluindo debates sobre as necessidades e objetivos traçados pela companhia na busca por um ambiente de trabalho saudável.  Durante o encontro, a especialista em comportamento humano, neurolinguística e cultura organizacional, Branca Barão, falou sobre desafios para exercitar a empatia no dia a dia. Segundo a especialista, a chave está em direcionar um olhar onde desenvolver a aceitação do diferente e em estar aberto para as necessidades do outro são essenciais na criação de conexões efetivas entre as pessoas.

 

O evento também contou com a presença da neurocientista Carla Tieppoe do escritor Guilherme Valadares, fundador da comunidade Papo de Homem e membro do Comitê #ElesporElas, da ONU Mulheres.

 

Como promover um ambiente seguro

 

O evento também abriu discussões sobre a importância de se falar sobre bullying e assédio, e de que forma a AstraZeneca busca combater este tipo de conduta com educação, orientação de seus profissionais, conscientização, além de ferramentas e processos da companhia para a construção de um ambiente de confiança, transparente, seguro e de respeito. Segundo Vanessa Cordaro, Diretora Executiva de Recursos Humanos e Comunicação Corporativa, essa é uma preocupação constante. “Buscamos em primeiro lugar oferecer um ambiente em que as pessoas possam ser a sua melhor versão, e para isso, eles precisam ser quem elas são. Nesse sentido, a empatia é essencial, para entendermos como diferentes visões podem conviver e contribuir para uma construção conjunta e mais completa alinhado aos nossos valores e nossos objetivos como companhia”, ressalta a executiva.

 

A jornada da AstraZeneca rumo à diversidade e inclusão teve um marco importante em 2017, quando a empresa se tornou signatária dos Sete Princípios do Empoderamento Feminino da ONU Mulheres¹, um compromisso que visa nortear as empresas na incorporação de valores e práticas que promovem equidade de gênero e empoderamento das mulheres no ambiente de trabalho. A executiva explica que esse movimento já começou a render frutos. “Entendemos que a discussão de diversidade vai muito além da equidade de gênero, e buscamos caminhar para alcançar índices de diversidade que realmente estejam próximos da configuração da nossa sociedade” explica a executiva. “Atualmente, 50% da nossa alta liderança é feminina, e caminhamos para ampliar esse percentual em todas as áreas da companhia”.

 

A importância da desconstrução de estereótipos de gênero também foi um dos temas abordados no evento. Para a discussão, a AstraZeneca convidou o escritor Guilherme Valadares, fundador da comunidade Papo de Homem, que lidera uma série de projetos que buscam desconstruir os estereótipos de gênero que permeiam relações profissionais e pessoais e seus impactos nas empresas e na sociedade. E essa tendência já se provou como uma necessidade entre as empresas que buscam se manter competitivas entre suas áreas de atuação nas próximas décadas.

 

Referências:

  1. http://www.onumulheres.org.br/referencias/principios-de-empoderamento-das-mulheres/
  2. https://www.mckinsey.com/business-functions/organization/our-insights/why-diversity-matters/pt-br

 

Sobre a AstraZeneca

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco principal na descoberta, desenvolvimento e na comercialização de medicamentos de prescrição, principalmente para o tratamento de doenças em três principais linhas terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares, Renais & Metabólicas e Respiratório. A companhia também atua nas áreas autoimunidade e neurociência. A AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações acesse: www.astrazeneca.com.br

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